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A crioterapia está se tornando cada vez mais comum entre os corredores, principalmente, para a prevenção de dores e lesões. O tratamento consiste na aplicação de gelo em regiões do corpo que foram fisicamente exigidas.
A aplicação de gelo na região dolorida faz com que ocorra analgesia, ou seja, diminuição das dores. Isso acontece porque o frio contrai os vasos sanguíneos, assim causando a diminuição do inchaço da região lesionada, do metabolismo local e dos impulsos nervosos que conduzem a sensação de incômodo ao cérebro.
Além disso, a crioterapia é capaz de reduzir os processos inflamatórios exacerbados que podem ocorrer após uma atividade que exigiu grande esforço muscular, assim auxiliando no processo de recuperação do atleta.
A crioterapia aliada ao repouso é indicada para atletas que desejam evitar que um pequeno desgaste se torne uma lesão mais grave. A prática é interessante, pois é capaz de aliviar dores que não sejam agudas e persistentes e auxiliar na recuperação muscular.
A mais tradicional – e barata – de todas. Basta colocar os cubos de gelo em um saco plástico e aplicar no local onde há o desconforto. Dica: coloque o gelo picado e retire o ar da sacola para uma melhor adesão do material à pele.
São produzidas em um plástico moldável, além de serem reutilizáveis. Durante a aplicação, vale o cuidado com o tempo, pois a bolsa pode grudar na pele, causando queimaduras.
São comuns nos ambientes esportivos – como em pós-provas – e é uma das formas mais eficazes da crioterapia. Como a área de exposição é maior, pode gerar certo desconforto em quem não estiver acostumado.
De 20 a 30 minutos é o tempo recomendado para a aplicação da técnica. A sensibilidade ao gelo é individual, por isso, vale o atleta testar mais de uma forma de aplicação para escolher à que melhor se adapta.
Após as provas e sempre que houver algum incômodo muscular. Utilizar a crioterapia antes de um treino ou corrida pode diminuir o controle motor, a flexibilidade e aumentar a rigidez articular. Com isso, o corredor pode perder desempenho e correr o risco de se lesionar.
(Fonte: Leonardo Pires, Marcio Daniel e Renan Higashi, fisioterapeutas do Instituto do Atleta, o INA, em São Paulo)
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