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Elas são verdes, uma é bem mais escura do que a outra, normalmente vêm em pó ou cápsulas e não têm lá o gosto muito agradável -, mas uma pequena porção tem tantos benefícios que não dá para ignorá-las. Spirulina e chlorella são chamadas de superalimentos e são mesmo parecidas: têm alta densidade nutritiva, são ricas em vitaminas, minerais, além de serem ótimas fontes de proteína vegetal.
Mas, não são a mesma coisa. Por isso listamos as principais diferenças entre spirulina e chlorella, os benefícios de cada uma e duas receitas que você pode incluir na dieta.
A chlorella é uma alga unicelular e o alimento mais rico em clorofila do mundo, assim ‘limpa’ o sangue e os tecidos, ajudando na desintoxicação. “Ela também contém uma concentração extremamente forte de PPAR (receptores ativados por proliferador de peroxissoma) alfa, beta e gama, que são conhecidos por regular o nosso metabolismo, fortalecer nosso sistema imunológico e promover a boa saúde de forma geral”, explica Isabella Vorccaro, nutricionista funcional e membro da Sociedade Brasileira de Nutrição e Estética.
A chlorella é rica também em sais minerais, como potássio, cálcio, magnésio, ferro, zinco, selênio e fósforo. O ferro, por exemplo, está na composição de muitas proteínas e enzimas.
Assim como a spirulina, tem alta concentração de proteína (cerca de 60% da sua composição), mas também vem carregada de triptofano, o aminoácido responsável pela produção da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar.
Um fato interessante deste ingrediente é o fator de crescimento chlorella (FTC). “É um composto único da microalga que estimula a produção e reconstrução de tecidos, a aceleração do processo de cicatrização e a recuperação de lesões. Ajuda também no fortalecimento de ossos, crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes e retardamento do processo de envelhecimento”, continua Isabella.
Para quem não consome nada de origem animal, bastam três gramas de chlorella para atender a necessidade diária de vitamina B12.
Já a spirulina não é uma alga, mas uma cianobactéria cheia de fibras, proteínas, vitaminas (entre elas A, B1, B2, B6 e K), minerais essenciais (como ferro, cálcio e magnésio), ácidos graxos, ácidos nucleicos (RNA e DNA), polissacarídeos e antioxidantes. Ela tem poucas calorias e é uma fonte completa de proteínas. Tem mais proteína por grama do que qualquer outro alimento natural (70% do seu peso) – carnes (15-25%), soja (35%) e ovos (12%) perdem para ela.
A spirulina ainda tem mais betacaroteno do que a cenoura e apresenta um aminoácido chamado de fenilalanina, que participa dos processos que regulam a ingestão de alimentos e sensação de saciedade. Assim pode colaborar para a perda de peso.
“Ela também é uma das melhores fonte de GLA (ácido gama-linoléico), uma ‘boa’ gordura que é essencial para cérebro e função cardíaca saudáveis. E, por suas altas concentrações de ficocianina (fitoquímico), pode ajudar a prevenir o câncer”, explica Isabella Vorccaro.
É possível encontrar spirulina e chlorella em lojas e mercados naturais (em pó, comprimidos ou em cápsulas) e sites de venda de suplementos alimentares. Segundo normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, é proibido o consumo dos dois alimentos por grávidas, lactantes, crianças menores de 12 anos e fenilcetonúricos (pessoas que têm intolerância a fenilalanina).
Experimente adicionar estes ingredientes a sucos, smoothies, saladas e pratos frios.
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até ficar da espessura do seu gosto. Deve ser servido na hora.
Coloque a chlorella, o manjericão, o alho e o azeite em um liquidificador e bata até ficar com a consistência de um purê. Torre levemente os pinhões no azeite. Adicione o queijo, o suco de limão e os pinhões ao purê e bata novamente até ficar homogêneo. Faça o macarrão à parte e sirva com o pesto.
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